Isadora descia os degraus com a lanterna erguida.
Augusto alcançou-a antes que chegasse ao último.
— Não sabemos o que há lá embaixo.
— É exatamente por isso que vou descobrir.
— Você não precisa fazer isso sozinha.
— Não estou sozinha.
Ela olhou para Helena, que vinha logo atrás, seguida por Rafael e Henrique.
— Mas também não vou esperar que alguém decida por mim.
Augusto não respondeu. Apenas permaneceu ao lado dela.
O porão era mais amplo do que imaginavam. As paredes de pedra estavam úmida