— Tragam o médico!
A voz de Lorenzo ecoou pelo quarto enquanto dois homens cercavam a varanda quebrada.
Valentina ainda estava ajoelhada no chão, segurando Leonardo.
O sangue escorria por sua camisa escura, molhando também as mãos dela.
— Você precisa ficar acordado.
Ele soltou uma pequena respiração, tentando minimizar a dor.
— Eu estou acordado.
— Não fecha os olhos.
— Não vou fechar.
Mas sua pele começava a perder a cor.
Poucos segundos depois, um médico entrou acompanhado por dois enfermeir