A caminhonete ainda nem havia completado a primeira curva da estrada interna quando Íris começou a enxergar a fumaça escura se elevando acima dos galpões da Fazenda Luzes da Aurora.
O vento carregado empurrava a coluna negra para o lado dos silos, espalhando pelo ar o cheiro áspero de madeira queimada e borracha aquecida.
Enzo mantinha as duas mãos firmes no volante, os olhos presos ao caminho enlameado que se abria diante deles, enquanto o rádio chiava com vozes sobrepostas dos funcionários