LEONARDO RIZZI NARRANDO.
ITÁLIA.
A noite no galpão foi um borrão de bebidas e pensamentos confusos. Não voltei para casa. O whisky era a única coisa que conseguia anestesiar a dor da traição. A imagem de Rafaella, seus olhos suplicantes, não saía da minha cabeça. Ela era culpada, não era? Tudo apontava para isso. Mas por que então sentia esse peso no peito, essa sensação de que algo estava fora do lugar?
Os meus homens estavam ocupados tentando encontrar qualquer pista sobre o roubo, mas eu sab