Um gosto amargo invadiu minha boca e não tinha nada haver com os gritos no corredor, ou o cheiro pútrido de dejetos, sangue e vômito, se misturando. Eu tinha me habituado com aquele odor. Não, isso era a reação das palavras do irmão.
A imagem de Elizabeth grávida sorrindo feliz com outro homem segurando Angel no colo, o retrato perfeito de uma família feliz. Mas não era eu esse homem, não seria eu o marido dela e nem o pai de Angel.
— Se esse homem as fizer feliz eu estou bem com isso — afirmei