Em outra vida...
Na manhã seguinte, Pietro, depois de dar uma olhadinha em suas pequenas e dar um beijo na mãe delas, foi ao quarto de sua mãe. Se sentia nervoso, tinha medo, era um medo infundado por 48 anos de ausência, aqueles anos de sonhos esporádicos, de sonhos borrados, os quais não lembrava todos, mas havia algo comum neles, neles, sempre estava ela.
Ao abrir a porta, sentiu alívio, ao ver a silhueta feminina encolhida num lado da cama, dormia placidamente, a luz do dia se infiltrava pelas cortinas e il