Na manhã seguinte, o silêncio voltou a dominar a mansão.
Mas, diferente dos últimos dias, ele não era confortável.
Era pesado.
Liana desceu para o café da manhã com um sorriso discreto, ainda lembrando da noite anterior. O jantar, a dança nos jardins e a declaração de Álvaro aqueciam seu coração.
Quando entrou na sala, encontrou-o sentado à cabeceira da mesa.
Ele não levantou os olhos.
Continuou mexendo distraidamente a colher dentro da xícara de café.
— Bom dia.
Ela sorriu.
— Bom dia.
Nenhuma