— Eu sinto muito. — Esticou a mão para segurar a mão alheia da amiga. — Vocês se amam, com certeza irão recuperar-se, por mais que doa.
Victoria deu um sorriso fraco e secou as lágrimas que queriam escorrer. Estava sendo difícil, mas não podia colocar aquilo sobre os ombros da amiga. No fim cada um tinha a sua própria dor e sua própria bolha de sofrimento.
— Eu pedi férias do hospital. — Disse enquanto mexia o garfo pelo seu macarrão caseiro. — Acho que vai ser bom para mim.
— Eu fico feliz.