Na manhã seguinte, Helena despertou com a cabeça latejando. Mal conseguira pregar os olhos durante a noite e, quando o cansaço finalmente a vencera, o sono fora inquieto, fragmentado das palavras de Eduardo ainda ecoavam, insistentes, em seu subconsciente.
Levantou-se devagar, sentindo o corpo pesado, dolorido, como se carregasse mais do que apenas o próprio peso. Levou a mão às têmporas, pressionando-as na tentativa inútil de aliviar a dor.
Caminhou até o banheiro e tomou um banho demorado. De