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 Alana observou, em silêncio, o rapaz cinzento ser surrado, enquanto o outro parecia divertir-se. Havia um brilho divertido, vingativo nos olhos daquele que batia, e Alana sentiu todo o corpo gelar com o sorrisinho macabro que havia no canto dos lábios dele. Era aterrorizador, como se ele estivesse deliciando-se com a sensação de causar dor naquele pobre rapaz que já parecia não ter mais forças nem para gemer em dor.

  Ela deveria ir embora? Sim, deveria.

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