Encontrei o temido CEO esparramado de mau jeito no sofá. Ele estava completamente apagado, com as roupas amassadas e os braços caídos, abraçado a uma garrafa de uísque caro que agora estava totalmente vazia.
— Que situação… — falei, sentindo uma pontada involuntária de penalização ao vê-lo naquele estado deplorável.
Aproximei-me e o cutuquei de leve no ombro, verificando se ele ainda respirava.
— Giovanne… — chamei. Nada. Dei um safanão mais firme. — Giovanne?
Ele se moveu lentamente, soltando