Uma semana havia se passado desde que voltamos para casa.
Os dias continuavam estranhos.
A rotina estava voltando aos poucos, mas ainda carregávamos as marcas de tudo o que aconteceu. Melissa já voltava a sorrir como antes, embora ainda se assustasse quando eu saía do seu campo de visão. Bastava eu ir até a cozinha para que ela corresse atrás de mim, agarrando minha perna e perguntando baixinho:
— Mamãe... você volta, né?
Todas as vezes eu me ajoelhava diante dela, segurava seu rostinho entre a