Em seguida, segurou meu queixo com força entre os dedos e ergueu meu rosto, obrigando-me a encará-lo.
Seu olhar permaneceu preso ao meu quando perguntou, numa voz baixa e cruel, pronunciando cada palavra lentamente, como se quisesse ter certeza de que eu compreenderia aquela pergunta:
— O que Lisandro tem de tão bom, Paige? O que te faz implorar por ele a ponto de ser capaz de qualquer coisa para protegê-lo?
Não pensei duas vezes antes de responder:
— Tudo. Lisandro tem tudo.
Para mim, era muit