Cemitério Maldito (II)

Abaixei-me e examinei a fechadura. Estava realmente trancada à chave, o que era muito estranho. Todas as outras portas estavam abertas, até mesmo a do escritório. Por que aquela precisava permanecer fechada?

Encostei o ouvido na madeira. Nenhum som vinha lá de dentro.

— Tem alguém morto aí dentro? — perguntei bem baixinho, para que ninguém me ouvisse e achasse que eu era louca.

Não obtive resposta, o que

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