Terminou a sua bebida de um só gole. A frustração queimava o seu sangue. Caminhou até o banheiro principal, abriu o armário de remédios espelhado e pegou um frasco de soníferos. Mais uma vez naquela noite, com a lembrança do rosto dela gravado a fogo nas suas retinas e a paranoia de que os agiotas voltassem à porta dela, o sono não chegaria de forma natural.
Tomou dois comprimidos, meteu-se na imensa cama fria e fechou os olhos.
Mas os comprimidos não foram páreo para a culpa e a ira. Passou um