CAPÍTULO 47 - Obrigado... irmãozinho
Marianne sabia que alguém estava puxando a manga de sua blusa, mas ela não conseguia ver quem. Ela estava apenas seguindo em frente, já que todos estavam deixando o cemitério para trás para entrar nas furgonetas escuras. Seu cérebro era monótono, sombrio, confuso. Ela entrou em um carro, onde eles a sentaram, e Stela gentilmente fechou a porta.
Ela também estava atordoada e ferida, de modo que não notou que a janela tinha sido deixada ligeiramente aberta e que Marianne ainda podia ouvi-la quand