- Não me matem, cheguei, cheguei! – Mari diz se juntando a nós, ainda um pouco afobada de quem chegou com pressa.
- Temos que adiantar meia hora no seu relógio – Fer implica rindo, enquanto cumprimenta Mari
- Não enche – Ela revira os olhos em brincadeira – Cheguei hoje de São Paulo, estava cheia de coisas pra resolver
- E aí? – pergunto curiosa
Mari costuma ser discreta sobre sua vida, ela sempre foi muito preocupada com sua imagem então dificilmente alguém sabe de alguma coisa que ela