Por sorte ele não percebeu.
- Sim, ela mesma. Mas hoje não veio. Está doente. - Fez uma pausa breve, talvez notando meu incômodo. - Mas vai ficar bem. Assim que voltar, retoma o balcão.
A resposta deveria bastar, mas algo dentro de mim apertou.
Doente?
Ontem ela parecia cheia de vida. O riso, o brilho no olhar... era impossível associar à fragilidade.
Forcei um aceno.
- Entendi. Espero que melhore logo.
- Vai melhorar, sim - ele respondeu, com convicção. - Agora vá lá e se familiarize com o