A ansiedade pulsa em minhas veias enquanto ela folheia meus projetos com um olhar atento, quase cirúrgico. Cada segundo em silêncio pesa como uma eternidade. Sinto meu coração acelerar, minhas mãos ficam levemente úmidas, e tudo o que consigo fazer é esperar.
Ela ergue o rosto de repente, os olhos firmes, intensos.
- Audislane... - diz pausadamente. - Agora me diga uma coisa: como você ainda está solta por aí?
Engulo em seco.
- Eu nunca vi um trabalho assim. - continua. - Você tem algo r