Estendi a mão, mas, antes que o pequeno a agarrasse, desviei para sua barriguinha, fazendo cócegas. Ryan gargalhou e se sacudiu nos braços da mãe, contorcendo-se até ficar sem fôlego.
— Jo, compa sovete! — ele pediu, fazendo biquinho, e eu desviei os olhos rapidamente para Carla em busca de uma resposta.
— Você tem que jantar, Ryan. Ou se esqueceu do que a vovó te disse hoje de manhã?
— Eu janto, mas quelo sovete — ele uniu as duas mãozinhas pequenas na frente do peito, como se fosse uma prece.