Natália detestava seus dias de folga. Sem a distracção do trabalho ela precisava inventar sempre algo para se ocupar. E as vezes não havia nada para fazer. Seus filhos já haviam passado da idade de achar que passar a tarde com a mãe era o melhor dos programas. Cada um estava sempre no seu quarto ou na rua com seus amigos.
Ela acabava por arrumar até o que já estava arrumado só para ter uma ocupação. E foi numa dessas arrumações que ela encontrou os recibos de pagamentos à agência de