- Ok – Falei a mim mesma, olhando para o teto. – Luna, você tem que acordar. Não pode perder tempo, dormindo e sonhando com coisas bizarras.
- É melhor irmos para o andar de baixo, não quero que minha filha acorde. – Ela passou por mim.
Senti o vento que seu corpo reproduziu, o calor, a energia inexplicável. Se fosse um sonho, ele era bem realista.
- O que? - Franzi o cenho a seguindo. – Você tem uma filha? – Com certeza isso era uma alucinação. – Isso é uma visão do passado?
- Não estamos na