A Filha do CEO (Cap. 202)
Priscila Almeida
O som abafado dos meus saltos ecoava pela sala escura enquanto me aproximava lentamente da mesa onde Ana Fernanda estava. Ela estava sentada, visivelmente abatida, os olhos semicerrados de exaustão. O cabelo desgrenhado caía ao redor do rosto, enquanto ela tentava manter uma postura firme, embora o seu corpo, fraco e cansado, a traísse. A tensão na sala era quase palpável, e eu me deliciava com cada segundo daquilo.
— O que foi, querida? — perguntei, minha voz carregada de um