Zaac acordou naquele dia com uma vibração diferente — não exatamente leve, mas menos sufocante do que nos últimos dias. Era como se o ar estivesse mais respirável, embora ainda carregado de algo que ele não sabia nomear.
Ficou alguns segundos olhando para o teto, sentindo o próprio coração bater com uma calma estranha, quase suspeita.
Levantou-se devagar, os pés tocando o chão frio. Foi ao banheiro, encarou o próprio reflexo por um instante — olheiras suaves, expressão mais dura do que gosta