Mundo ficciónIniciar sesiónO silêncio na suíte presidencial do Hotel Grand Palace era opressivo, interrompido apenas pelo som rítmico do relógio de carrilhão na parede de mármore. Letícia Albuquerque, no entanto, não ouvia o tempo passar; ela ouvia o presságio do desastre. Vestida em um robe de seda pura cor de champagne, ela segurava um copo de cristal com uma dose generosa de uísque, mas o líquido mal balançava, tamanha era a rigidez de sua mão.
Ela olhou para o celular sobre a mesa de mogno. Nenhuma notificaçã






