Alair correu junto ao pai, foi até o mecanismo que comandava a abertura da porta da caverna para abri-la. Porém, Padiah mal esperou que abrisse por completo e foi para o lado de fora, esquadrinhando o local, sem avistar Ané.
— Ané, onde está você? — indagou Padiah, cogitando que o amigo tivesse desistido.
— Aqui embaixo. Eu ia dar a volta pelo morro para ver se encontrava outra passagem.
— Suba, suba. A entrada é aqui mesmo.
Ané subiu com esforço, uma vez que estava exausto da viagem, pelo calo