Vidar abre o zíper da calça, e o fato de eu estar apenas imaginando, sem ver, torna a experiência mais emocionante.
"você é tão meu." ele diz, acariciando minha bunda.
“Eu sou seu”, digo, gemendo, não necessariamente porque sou sua posse, mas porque, neste momento, não pertenço a mais ninguém. Eu nem pertenço a mim mesmo.
Ele desliza os joelhos entre os meus, posicionando-se atrás de mim, colocando lentamente seu pau no meu corpo. Separo suas pernas, aceitando seu comprimento largo e grosso me