POV Dylan
O silêncio da casa em Chicago era o meu novo companheiro. Eu não dormia profundamente há meses, mas a leveza do sono que eu encontrava no quarto de hóspedes era habitada por uma vigilância constante. O meu ouvido estava sempre sintonizado no mínimo ruído que viesse do quarto do Arthur, a apenas alguns metros de distância.
Quando o primeiro choro cortou a quietude da madrugada, não precisei de despertador. Levantei-me num salto, o corpo reagindo por instinto, a minha mente já em mo