POV Dylan
O silêncio após a porta do quarto se fechar tinha uma textura diferente. Não era a paz que eu buscava; era uma espécie de vácuo, uma pressão barométrica que fazia os meus ouvidos zumbirem e o ar parecer escasso. Eu estava parado no centro do quarto, a taça de uísque esquecida na mão, o sabor daquela última frase ainda metálico na minha boca: quem me garante que é meu?
Eu deveria estar me sentindo vitorioso. Eu tinha colocado o "inimigo" para fora, tinha cortado o acesso da mercenári