POV Dylan
A escuridão do meu escritório na Ala Oeste era absoluta, exceto pelo brilho frio e azulado que emanava da tela do tablet apoiado sobre a mesa de vidro rachada.
O relógio digital no canto do monitor marcava 05:14 da manhã. Eu não havia pregado o olho. O meu corpo estava exausto, sustentado apenas por doses cavalares de café expresso e pelo ódio vulcânico que corria nas minhas veias, mas a minha mente estava ancorada noutro lugar. Na Quinta Avenida.
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