Quando ele se acalmou, quando o pranto virou suspiro e silêncio, foi Vicenzo quem quebrou o ar espesso da sala:
— Ninguém precisa saber. Nem ele...
O olhamos, ele estava visivelmente preocupado com o irmão.
—Você é o pai. Sempre foi. Eu... nunca estive lá. Nunca fui nada pra ele.
Vicent ergueu os olhos, vermelhos, marcados.
— Eu não sei se um dia ele vai me perdoar. Mas não quero que esse perdão venha só porque fui eu quem criou. Ele… ele é meu filho. Sempre será. E agora… só o tempo