CAPÍTULO 109

Quando ele se acalmou, quando o pranto virou suspiro e silêncio, foi Vicenzo quem quebrou o ar espesso da sala:

— Ninguém precisa saber. Nem ele...

O olhamos, ele estava visivelmente preocupado com o irmão.

—Você é o pai. Sempre foi. Eu... nunca estive lá. Nunca fui nada pra ele.

Vicent ergueu os olhos, vermelhos, marcados.

— Eu não sei se um dia ele vai me perdoar. Mas não quero que esse perdão venha só porque fui eu quem criou. Ele… ele é meu filho. Sempre será. E agora… só o tempo
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