Átila
Sasha adormece rapidamente ao meu lado, a respiração suave e regular preenchendo o silêncio do quarto, um contraste gritante com a tempestade que se agita dentro de mim. Eu, no entanto, não consigo. Meus olhos permanecem abertos, fixos no teto escuro, enquanto a mente se recusa a desligar. O silêncio da casa é quebrado apenas pelo som suave do vento lá fora, que sussurra segredos através das frestas da janela. O relógio no criado-mudo, com seus números luminosos, marca implacavelmente 23: