Joana estava paralisada de medo, caída no chão.
Mateus, ainda tomado pela raiva, tentou bater nela novamente, mas Joana, em pânico, começou a correr pela casa, transformando a sala em um verdadeiro caos.
Eunice, aterrorizada, não se mexeu nem um centímetro do canto onde estava.
Mateus aproximou-se lentamente de Eunice, como um ceifador.
Ele acariciou gentilmente o peito de Eunice: — O coração que bate aqui deveria ser o da minha filha.
— Joana, todos esses anos você me teve nas suas mãos, deve e