Giulia
— Olá, querida — uma enfermeira me cumprimentou após dar dois toques na porta e entrar — É muito bom te ver acordada, você não chegou aqui num estado muito bom — ela sorria amigavelmente — Como se sente? — perguntou, já perto de mim.
— Como se tivesse sido atropelada por um trator e depois pisada por uma manada de bois. — ela riu da minha descrição.
— Melhor ainda é ver que está de bom humor. Isso conta muito para sua recuperação. — piscou para mim, enquanto mexia na bolsa de soro no sup