Magnus Blackwood
Eu só queria atravessar a porta e ficar perto dela sem que o desejo me cegasse e transformasse o que sentia em algo que a magoasse, mas o corpo já reagia antes da razão e o medo de tratá-la como objeto pesava mais do que qualquer outra coisa.
Bati duas vezes. O som ecoou no corredor silencioso. Do outro lado, ouvi passos leves. A fechadura girou. Aurora abriu a porta apenas o suficiente para aparecer. Estava de camiseta larga e shorts simples. O cabelo solto caía pelos ombros