12. O Legado do Sangue
A noite fria beijava meu rosto e meus cabelos dançavam com o vento, abri os olhos por um breve instante, eu parecia voar floresta a dentro nos braços de Gerard Blackwood. Fechei os olhos, me dando o direito de descansar a cabeça em seu peito. A dor no estômago diminuira, mas ainda se fazia presente. Seus passos eram rápidos porém sutis, tão imperceptíveis que cai em inconsciência outra vez, agora por conta do cansaço.
- (...) E eu deveria deixá-la à própria sorte? - ao longe eu ouvia a voz de