Eu subi as escadas em passos indecisos. O coração apertado, o medo de descobrir algo que me magoasse, mas se o meu marido estava distante, eu não poderia continuar fingindo não perceber.
Eu dei dois toques na porta e abri. Ele estava lá na varanda com o pescoço inclinado, na intenção de ver quem era.
— Nora! É você?— ele tinha um sorriso inocente no rosto, que me desmontou.
— Não acha que está distante demais?— eu disse me aproximando.
— De quem?
— De tudo! Do seu filho,