Mundo de ficçãoIniciar sessãoClara Vasconcelos
Acordei devagar, como quem volta de um sonho bom e tem medo de abrir os olhos e descobrir que tudo não passou de imaginação. A luz atravessava as frestas da cortina em linhas douradas, iluminando partículas de poeira que dançavam no ar. O quarto estava silencioso, exceto pela respiração profunda e constante que eu sentia bem abaixo de mim.







