Mundo de ficçãoIniciar sessãoClara Vasconcelos
Quando chego à cozinha, ainda sinto a vibração suave do riso preso na garganta. A camisa dele, que agora é minha por direito afetivo, desliza um pouco pelos ombros enquanto caminho. Eu tento ajeitá-la, mas ela tem vida própria, insistindo em cair, como se quisesse me lembrar de cada dedo que passou por ali minutos antes.







