— É verdade, meu amorzinho, que bobinha a mamãe, tinha me esquecido que o nome dele é Thales! – Cloe bateu a mão na testa, como com quem diz que errou.
— Você está linda! – ele falou quando estavam na sorveteria em frente a escola com Túlio se lambuzando todo com o sorvete azul, seu sabor preferido.
— Você não mudou nada também – ela sorria para ele e depois de se abraçarem apertado e permanecerem assim por vários minutos de frente ao maternal, caminharam até a sorveteria com os dedos entrelaçados e ainda os mantinham assim em cima da mesa.
— Ah, mudei bastante sim, Cloe.
— Mas o costume de seguir as pessoas não mudou, não é? – ela perguntou sorrindo.
— Não. Certos hábitos são impossíveis de perder.
— Desde quando? – ela perguntou e ele sabia que ela queria saber desde quando a seguia.
— Desde sempre! – ele respondeu com sinceridade – Só não consegui assistir o parto, mas estive lá fora do hospital o tempo todo.Cloe não queria chorar, não podia chorar, mas seus olhos a traíram e ele p