CAPÍTULO CENTO E DEZ

UM AMIGO IMAGINÁRIO?

— Não fale isso, Gringo – ela lhe pediu e lhe olhou com os olhos já começando a marejarem de novo.

— Falo sim, Cloe. Já havia lhe dito que a amava e Túlio sabia. Falei para ele que a amava. E respeitei os dois, não foi? – ele perguntou e ela assentiu com duas gordas lágrimas lhe escorrendo na face. – Eu amo você, muito e já amo esse bebê. Me deixe fazê-los felizes ou ao menos tentar. Passarei minha vida toda com vocês, ao lado de vocês.

— Gringo, me escute, por favor – ela
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