A luz da manhã atravessava as janelas partidas do mini mercado.
Mas ninguém se sentia seguro.
Ninguém.
As pessoas estavam espalhadas pelo chão.
Alguns abraçavam os joelhos.
Outros permaneciam em silêncio, olhando para o vazio.
O terror da noite anterior ainda estava gravado em seus rostos.
Porque todos tinham visto.
As coisas entre as árvores.
As formas que surgiam apenas quando a luz as tocava.
Os pertences dos desaparecidos.
Mas não os corpos.
E isso era pior.
Muito pior.
Porque um cadáver pe