A última chama da fogueira inclinou-se com o vento que entrava pelas pequenas fendas da rocha.
A luz dançava lentamente pelas paredes da caverna.
As sombras pareciam mover-se.
Respiravam.
Alongavam-se.
Encolhiam novamente.
Haruki continuava sentado.
As costas apoiadas na pedra fria.
Os joelhos erguidos.
Os braços repousavam sobre eles.
Não estava acordado por coragem.
Nem por desconfiança.
O sono simplesmente não vinha.
Sempre que fechava os olhos...
via novamente a floresta.
As sombras.
As sil