O som das vibrações aumentava lentamente.
Primeiro os copos.
Depois as lanternas.
As paredes improvisadas começaram a emitir pequenos estalos secos conforme o ar se tornava pesado dentro do quarto.
Haruki permanecia sentado próximo da porta.
Os olhos fixos na escuridão.
Enquanto do lado de fora…
as vozes continuavam.
— Tem certeza que ele tá dormindo?
— A garota também tá aí.
— Então pega rápido e sai.
— Você viu o jeito que aquela velha protegeu aquele violino?
— Aquilo deve ser importante.
—