As estrelas permaneciam nos céus apontando para o horizonte noturno à frente. O barco, entregue a Gale e os outros em forma de presente por Baturinn e todos os aldyanos, balançava ao navegar sobre as ondas. O Sentinela do Outono remava em um ritmo exaustivamente contínuo através das camadas de água, que se sobrepunham e batiam violentamente contra suas hastes de madeira, entalhadas com cautela para terem o melhor desempenho possível em sua tarefa: Levá-lo até onde o Senhor da Luz repousava.
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