Nina
— Eu sou um deles, Iolanda — falo, virando-me para ela. — Na verdade, eu sempre fui. Eu nasci nesse meio, lembra? Só nunca aceitei isso. — Dou de ombros. — Mas agora como ver, parei de lutar contra a minha própria natureza, com um diferencial, eu uso o pouco poder que tenho para ajudar as pessoas que amo e destruir aquelas que querem destruir quem eu amo. — Ela apenas me olha em silêncio e não sei se o que vejo em suas retinas é um brilho de admiração ou de espanto. Não tento decifrá-lo, a