Mundo ficciónIniciar sesiónO despertador da cobertura não foi um som, mas a luz agressiva de Santa Branca entrando pelas vidraças. Acordar nos braços de Alex era confuso; meu corpo estava saciado, mas minha mente de arquiteta ainda tentava processar a mudança súbita de cenário.
Na varanda, o café estava servido com uma opulência que me incomodava. Enquanto eu passava manteiga em um croissant, vi a procissão começar. Dois homens de uniforme entraram carregando araras cobertas por capas de veludo, seguidos por uma mulher com caixas de sapatos que ostentavam logotipos que eu só via em revistas de aeroporto.







