POV: MARINA
O silêncio na nossa casa em Cascais nunca foi tão ensurdecedor. Eu estava na varanda, observando o reflexo da lua na piscina, mas meus ouvidos estavam atentos a qualquer som vindo do escritório do Caio. Ele estava lá dentro há três horas, trancado com uma garrafa de malte e o medo de ser o próximo a ser sacrificado.
Eu sabia que o encontro com o Diego pela manhã tinha mudado o jogo. Eu tinha entregado a cabeça da Vanessa em uma bandeja de prata, mas a sensação de segurança que