Quando o último corpo caiu, o vento cessou. Ele guardou a espada, virou-se e caminhou até Elize , ignorando os olhares. A dragoa tentou erguer a cabeça, mas o peso da dor a impediu. O trovão se dissolveu no silêncio. Darius parou diante dela, imóvel e ferida. Estava suja do próprio sangue, que era espesso e escuro como vinho queimado.
— Garota... — murmurou ele. — Desculpa pela demora.
Elize soltou um ruído baixo, quase um riso fraco, e o encarou com olhos cansados.
“Isso dói”, disse ela dentr