No posto médico lá dentro, o caos não cessava; apenas mudava de forma: tornara-se mais íntimo, mais desesperado. O ar era espesso, saturado pelo cheiro metálico de sangue fresco, misturado ao aroma áspero de ervas curativas e ao fedor acre da ferrugem e da morte.
Num canto, corpos jaziam sob lençóis manchados, aguardando o inevitável; em outro, feridos se amontoavam em macas improvisadas, respirando entre gemidos baixos e preces sussurradas. Magas e enfermeiras se moviam de um lado a outro com